Maria Callas

domingo, 28 de março de 2010

Marie Antoinette

Uma das mais afamadas rainhas de toda a história, a polêmica rainha francesa que no cume da explosão da revolução francesa mandou dizer ao povo a famosa frase: "se não tem pão, que comam brioche" enquanto tomava seu banho de leite, essa era Maria Antonietta (ou Marie Antoinette). Arquiduquesa da Áustria, filha do Imperador Francisco I, era a décima filha na linha de sucessão, sua criação se deu na corte de Viena, onde se intelectualizou em filosofia, história, artes, lieteratura e política, além de sua formação católica.
Com a morte de Louis XV, quem assumiu o trono foi seu filho Luis Augusto, que agora era chamado Louis XVI e Maria Antonietta foi mandada a França para se casar com o jovem rei, após o casamento a nobreza francesa e a corte de seus pais começou a ficar em cima da rainha, a espera de um herdeiro, que terminou por demorar a vir, fazendo com que todos questionassem a sua fertilidade, deixando Antonietta agoniada e receosa por não cumprir os seus "deveres" corretamente. Em 1771 chegou ao mundo a primogênita, a princesa Marie Therèse, mas o nascimento de uma menina foi considerado por todos um "infortúnio doméstico", por outro lado o povo todo a amava. Em 1781 ela deu a luz a um menino, o delfim Luis José, mais tarde a rainha viria a ter outra filha, a pequena Sofia, que morreu uma semana antes do seu primeiro aniversário e outro delfim chamado Luis Carlos, que terminou por morrer de tuberculóse ainda bebê.
Em meio a isso tudo acontecia a revolução em Paris, o que mais tarde viria a destruir todo o sonho dourado de Antonietta, nesta época ela já era a rainha que todos conhecem hoje, dona de muita personalidade e que gastando muito dinheiro em roupas, perucas, sapatos, joias e festas introduziu na França a moda, o estilo tão apresentado nos dias de hoje.
Com o estopim da revolução a família real chegou a fugir de Versalhes rumo a fronteira com a Áustria aonde estariam seguros com a família de Maria Antonietta, mas logo que se soube da fulga do rei, os revolucionários trataram logo de fechar as fronteiras e Luis XVI e toda a sua família foram capiturados em Vernnes, quando tentavam passar por uma barreira, todos vestidos como camponeses, depois de capiturados foram levados a Paris onde foram presos e julgados. Luis XVI foi condenado por traição e guilhotinado em janeiro de 1793, Maria Antonietta foi condenada e guilhotinada em outubro do mesmo ano, dizem que Luis quando fazia o caminho do sulplicio foi levado num carrocel e Antonietta dentro de uma gaiola. Todo o tempo que passou presa Maria Antonietta envelheceu rapidamente, seus olhos tiveram hemorragias de tanto chorar e seu cabelo loiro ficou todo branco, morreu com 38 anos, seus filhos foram esquecidos presos até que a sorte os favorecesse novamente, o filho mais velho nao durou muito e morreu.
A cerca de Maria Antonietta há também algumas curiosidades, ela foi tia-avó da primeira imperatriz do Brasil, Maria Leopoldina da Áustria, outra é sobre a data de seu aniversário, como ela nasceu em 2 de novembro, dia de finados, os seus pais nao gostavam de comemorar nesta data, então faziam uma festa na véspera que era dia de todos os santos e outra no dia 13 de junho, dia de Santo Antônio, seu padroeiro.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Madame du Pompadour

Quem foi Madame e/ou Marquise du Pompadour?

Jeanne-Antoinette Poisson, uma mulher altiva, bela, dotada de extrema inteligência e encantos, foi criada desde pequena para ser amante do rei Louis XV. Através destes encantos tão peculiares de sua personalidade conseguiu tornar-se secretária particular do rei, praticamente governou Versalhes, concedia audiências a embaixadores e tratava também dos favores reais, através de sua influência questionou e induziu decisões reais, praticamente governava a França por trás dos panos, e tomava atitudes tão severas quanto qualquer monarca. Com todo esse conhecimento e liberdade, terminou por tornar uma empreendedora próspera.
Janne teve uma infância dificil, relacionada a escândalos que cercavam sua mãe, sua situação financeira nunca foi boa, e ainda depois do desaparecimento do seu pai ficou ainda pior, parte de sua infância ela chegou a ser criada num convento de freiras Ursulinas, mas aos 9 anos voltou para casa de sua mãe aonde lhe foi introduzido os ensinamentos mundanos, começaria ai a missão de ser amante do Rei. Aos 15 anos ja praticamente tendo os estudos terminados, Janne Poisson ja se introduzia nos meios da alta sociedade parisience, foi o inicio da sua escalada social, contudo chegava a hora de Janne casar-se, mas nao podia ser um marido qualquer, e com a ajuda de um tio terminou por achar o marido perfeito; casou-se com Charles-Guillaume Lennormand, e com isso assumiu o sobrenome de L'Etioles, por causa do nome da propriedade que cabia ao tio, esse que por sua vez tratou de transformar Charles em seu único herdeiro, com isso a jovem Janne-Atoinette passou a ser chamada de Madame L'Etioles pela nobreza.
Louis XV, considerado o homem mais bonito da França conheceu Janne durante uma mascarada na corte e se apaixonou por ela logo em seguida, assim ela finalmente chegava ao seu propósito, se tornaria agora a amante mais apreciada pelo rei e com todo esse amor voluptuoso o rei tomou uma decisão, lhe concedeu o marquesado de Pompadour, assim Janne voltou durante um verão para a sua antiga propriedade, L'Etioles para estudar e aprender todos os hábitos e costumes da confusa corte de Versalhes, foi onde chegou a estudar com Voltaire, que por sua vez tornou-se um amigo mais que querido para Janne, com o passar do verão, por volta de 1743 ela foi oficialmente mostrada perante a corte em Versalhes como a Marquesa du Pompadour, onde agora assumiria o seu lugar de fato, como amante e estrategista do rei, para desgosto de muitos, incluindo ai a família real e o clero.
Com toda a certeza Madame du Pompadour foi uma dessas mulheres misteriosas e ao mesmo tempo ambiciosas que conseguiram chegar ao seu lugar as custas da sua inteligencia e sensualidade, deste modo inspirando a imaginação de todos durante séculos.

domingo, 21 de março de 2010

Por que existe a mentira?

Por que existe a mentira? Por que hoje em dia é tão usada quanto a verdade? De onde vem a necessidade disso? É isso que vou postar hoje por aqui.

" A mentira pode surgir por várias razões: receio das consequências (quando tememos que a verdade traga consequência negativas), insegurança ou baixa de auto-estima (quando pretendemos fazer passar uma imagem de nós próprios melhor do que a que verdadeiramente acreditamos), por razões externas (quando o exterior nos pressiona ou por motivos de autoridade superior ou por co-acção), por ganhos e regalias (de acordo com a tragédia dos comuns, se mentir trás ganhos vale a pena mentir já que ficamos em vantagem em relação aos que dizem a verdade) ou por razões patológicas. Na infância mentimos para nos isentarmos das culpas. Muitas vezes os adolescentes descobrem que a mentira pode ser aceite em certas ocasiões e até ilibá-los de responsabilidade e ajudar a sua aceitação pelos colegas. Algumas crianças e adolescentes que geralmente agem de forma responsável, podem cair no vício de mentir repetidamente ao descobrir que as suas mentiras saciam a curiosidade dos pais. Para alguns investigadores, as crianças aprendem a necessidade de mentir (p.ex. não demonstrar descontentamento com as prendas recebidas sob pena de não receberem mais) tão cedo quão mais inteligentes forem. Face à sua frequência, existe uma certa tendência para banalizar ou até catalogar a mentira como positiva - a "mentira branca" é considerada como uma forma de facilitar a integração na sociedade, e muitas vezes os que não a utilizam são catalogados como ingénuos -, mas há que não esquecer que durante toda a história da humanidade a mentira causou muitos sofrimentos e fez derramar muitas lágrimas sobretudo quando projectada sob a forma de calúnia Quando as crianças ou adolescentes mentem, os pais devem conseguir distinguir entre a realidade e a mentira e falar abertamente com eles sobre os aspectos pejorativo da mentira, e as vantagens que a verdade lhes trará. Em casa a criança deverá encontrar exemplos de verdade e honestidade que fomentem a sua atitude de sinceridade. Durante os primeiros anos as crianças não distinguem a realidade da fantasia, mas cedo começam a utilizar a mentira por proveito próprio. Sensivelmente por volta dos 7 anos as crianças já têm capacidade para distinguir claramente o verdadeiro do falso, e os adolescentes passam a conseguir discernir com relativa facilidade quem está a mentir ou a ser sincero. A mentira existe ao longo de toda a escala patológica. A saúde mental só é compatível com a verdade. De nada serve querer acreditar que o nosso familiar não faleceu quando na realidade isso não é a verdade, de nada serve acreditarmos que somos capazes voar se na realidade não temos asas. Nos estados neuróticos, a mentira pode surgir com base numa incapacidade da consciência aceder a factos recalcados e que se encontram no nosso inconsciente, ou por problemas de auto-estima e auto-imagem que despoletam a necessidade de fazer passar uma auto-imagem melhor do que a que acreditamos ter. Nos estados limite, a mentira aparece frequentemente devido à falta de barreiras externas que balizem o comportamento. Esta situação surge frequentemente em filhos de pais muito repressivos ou demasiadamente permissivos. Nas psicoses, a mentira surge na forma de delírio, uma descrição que as próprias pessoas admitem como verdadeira, apesar do seu aspecto frequentemente bizarro, devido a uma quebra de contacto com a realidade A mentira pode ainda surgir como uma dependência, quando dita de uma forma compulsiva. Os dependentes da mentira sabem que estão a mentir mas não se conseguem controlar, num processo que surge de uma forma muito semelhante ao do vício do jogo ou à dependência de álcool ou de drogas. Esta incapacidade em controlar os impulsos é causadora de um sofrimento nítido razão pela qual deve ser alvo de tratamento. Nos dependentes da mentira, o primeiro passo a dar consiste em assumir que existe um problema e de seguida procurar ajuda para esse mesmo problema. A nível da abordagem terapêutica o tratamento passa geralmente pela realização de uma terapia psicológica. Ao nível das provas psicológicas a mentira pode obviamente influenciar a validade dos resultados ou pela tendência do sujeito em simular um desempenho superior (faking good) ou inferior (faking bad) ao da realidade. Por estas razões grande parte das provas psicológicas apresentam formas de controlar a veracidade das respostas quer a partir da própria atitude do sujeito a analisar quer mesmo através de índices de consistência interna, teste-reteste ou confrontação com familiares e amigos próximos. Entre estas formas de dissimulação revela-se frequentemente também averiguar até que ponto as simulações surge de forma consciente ou inconsciente relativamente ao sujeito. "

sábado, 20 de março de 2010

Bêbado bate em policial com o pênis.

Hahahaha! Gente, a situação realmente ja está ficando avacalhada! Isso foi noticia essa semana no mundo todo, ninguem mais respeita a autoridade policial e ainda dizem que só existe isso no Brasil, se ligem na notícia:
" Um homem foi preso nesta terça-feira, 16, na Escócia, acusado de usar o próprio pênis para agredir uma autoridade policial. O lituano Marium Varinauskas (foto), 28, teria tentado transformar seu bilau em cassetete para golpear a cabeça de uma policial feminina. De acordo com o jornal "The Sun", a história começou quando a namorada de Varinauskas chamou a polícia porque estava sendo ameaçada pelo acusado, que estaria bêbado e agressivo. Chegando à casa, a policial foi dominada pelo homem, que estava só de cueca e foi logo jogando-a no sofá. Ele teria colocado o pênis para fora e batido com ele na cabeça da agente de segurança. No meio da confusão, a policial conseguiu se desvencilhar e algemar o abusado. Na delegacia, Varinauskas confessou a agressão e pagou multa de 2.500 reais. Um representante da polícia de Aberdeen descreveu a tática usada pelo agressor.
- "Ele ficou de pé no sofá em cima da policial, exibindo seu pênis e o pressionando contra o rosto dela, forçando-a tomar medidas evasivas para não ser atingida."
Depois que a bebedeira passou, Varinauskas disse que não lembrava de absolutamente nada do que havia feito e, ainda assim, assumiu sua culpa. A policial que levou as cacetadas não sofreu ferimentos em lugar algum – exceto em seu orgulho. "

quarta-feira, 17 de março de 2010

Adoção Homoafetiva

Dando sequência ao assunto de adoção, outro fator questionável hoje em dia é a adoção por parceiros homossexuais, para muitos é motivos de negação, mas para outros isso também é considerado como um ato de amor.

Por isso que eu também quis postar aqui um artigo que fala a respeito disso:


" Hoje já são muitos, os casos de homossexuais que tiveram o direito da adoção.O assunto começou a ser enfrentado abertamente no Brasil, na década de 90. Siro Darlan, foi quem aprovou as primeiras adoções por homossexuais solteiros, no estado do Rio de janeiro.Os homossexuais podem dar entrada na papelada, e seguir os mesmos procedimentos de como adotar uma criança, de uma pessoa solteira.Mesmo que o homossexual more sob o mesmo teto com um parceiro, e os dois estejam dispostos a adotar uma criança, o adotante será apenas um.No caso de separação, a criança fica com o adotante. O outro não tem direito à visitas nem obrigação de pagar pensão alimentícia.Na verdade, nunca houve impedimento da adoção por homossexuais, legalmente.No entanto, o preconceito por parte dos profissionais que atuam no processo de adoção, tornavam a condição praticamente inviável, e muitos dos interessados desistiam no meio do percurso.Uma das questões que alimentam o preconceito, é a possível influência da homossexualidade do pai da criança, durante a sua educação.Porém, sabe - se que, muitos casais heterossexuais tiveram filhos gays, comprovando que, a sexualidade dos pais, não tem influência na sexualidade de seus filhos.Outra questão levada em consideração, seria o preconceito que a criança sofreria no convívio social, na escola, na igreja, ou no bairro onde mora .Uma questão que só será resolvida com a abolição do preconceito geral da nação, que implicaria num amplo processo de revisão de conceitos.Segundo dados da revista Crescer, a psicóloga Anna Paula Uziel, analisou oito processos de adoção, solicitados por homossexuais nos anos 90, no Rio de Janeiro."Sete eram de homens e um de mulher. Todos foram aprovados. Porém quando quem solicitava era homem, as exigências de psicólogos e assistentes sociais aumentavam".A boa notícia é que, o Brasil caminha para um tendência mundial de favorecimento a adoção de casais gay.Nos Estados Unidos, 27% das famílias homossexuais têm filhos, e já são alguns países na lista de aprovação ao casamento entre homossexuais.No Brasil, no ano de 2006 segundo dados do IBGE, o número de crianças destinadas a adoção era de, 200 mil.A prova deste número está nas ruas, no aumento da violência infantil e, nas instituições que não param de acompanhar o aumento das estatísticas.
Será que, preferimos que nossas crianças fiquem a mercê do abandôno, e do descaso ... ?!?!? "

terça-feira, 16 de março de 2010

Adoção

Humm.. vou dar uma pausa nas personalidades e vou falar de algo mais atual, digamos assim, eu tava lendo revistas sobre comportamento, crianças e achei artigos referentes à adoção, hoje em dia talvez a procura pela adoção tenha aumentado tendo em vista a grande "campanha" promovida por celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt e Madonna também. Mas o fato é que a adoção tem que ser vista como um ato de amor verdadeiro, mais do que um ato jurídico, então, eu tava lendo um artigo no qual aborda a questão de ser tão dificil adotar uma criança.


aqui vai o texto, segundo a revista:


" Muitos casais e, uma longa fila de espera para que se possa adotar uma criança.
Se você está pensando em adotar uma criança por via legal, conhecerá de perto este drama.
A burocracia começa com uma avaliação psicológica, avaliação da situação financeira do casal, e diversas entrevistas com assistentes sociais, além de muita espera.
A verdade é que, o sistema judiciário brasileiro está envolto a conservadorismo e rigor excessivo.
As autoridades colocam muitos obstáculos, como se todos os casais que desejassem adotar uma criança, fossem malucos.
Além do desequilíbrio psíquico, as autoridades temem a devolução dos bebês.
Caso os pais adotivos não queiram mais a criança, existe a possibilidade legal de que a criança seja devolvida seguindo alguns trâmites legais.
Existe então, uma preocupação por parte dos responsáveis pela adoção, de que a criança não sofra o abandono pela segunda vez.
Isso lhe parece absurdo?
Devolver uma criança como se fosse uma mercadoria?
Pois não é não.É fato que alguns casais que se consideravam estéreis, após conseguirem a concepção do próprio filho, devolveram o filho adotivo.
Ainda em entrevista a uma revista, a psicóloga Maria Antonia, afirma haver um caso em que a criança devolvida já morava com os pais adotivos a seis anos!
Com o mundo violento em que vivemos hoje, o receio de possíveis seqüestros, e a retirada de órgãos para venda, no exterior, ainda é um fator que preocupa as autoridades responsáveis.
Porém, fato é que nada sobre o assunto foi comprovado até hoje!
Quando algum advogado ou juiz tenta facilitar o processo para a adoção, é logo acusado de tráfico de crianças, pelos conservadores que desejam que tudo continue como está. Advogado Lins e Silva, em entrevista a revista Nova, de 1995.
Em contra afirmação, o juiz Antônio Augusto Guimarães de Souza, da Vara da Infância e Juventude, afirma que a situação não seja bem esta.Já que todo o processo burocrático serve como proteção a vida da criança, assim como a adoção serve para auxiliar a criança abandonada e não solucionar o problema de casais estéreis. "

domingo, 14 de março de 2010

Charles Chaplin.

Todo mundo conhece "o Carlitos", "o Vagabundo" e principalmente conhece todos os seus filmes, mas quase ninguém procura saber quem foi esse homem que além de ator foi diretor, produtor, roteirista, mímico e até compositor. Com certeza este homem revolucionou o cinema, foi o percursor e principal representante do cinema mudo, casou-se 4 vezes, além de ter passado por muita coisa.
Era filho de artistas, seu pai era alcoolatra e sua mãe cantora teve sua carreira por vezes abalada por conta de crises de laringe além de passar um tempo enternada em uma casa de repouso com problemas mentais. Seus pais se separaram cedo, Charles nao contava nem com 3 anos, com 5 anos subiu ao palco pela primeira vez após sua mãe ter abandonado os palcos após uma crise de garganta sob vaias e obejetos atirados, o que a feriu gravemente. Morou um tempo com seu pai, com quem nao tinha muito contato, estudou em escolas públicas, até que teve condições ir para a América junto de sua mãe e seu meio-irmão tentar uma nova vida.
Com a morte de seus pais Chaplin ja tentava a sua sorte na América, onde cresceu e demonstrou ser quem realmente era, dono de uma técnica ímpar do cinema trasformou a sétima arte numa arte de deleite para os seus espectadores, tornou-se famoso em todo mundo com seu personagem, fez filmes de crítica social e comédias que emocionaram o mundo, quem nunca chorou com o filme O Garoto ou riu muito com O Grande Ditador? Seus filmes marcaram a transição do cinema mudo para o falado, se envolveu em questões políticas, chegou até a ser acusado de "atividades anti-americanas" como um suposto comunista e em 1952 voltou para o Reino Unido para a gravação de um filme, mas terminou por ficar por lá mesmo, ganhou da rainha Elizabeth II o título de cavaleiro.
Charlies Chaplin morreu dormindo de um derrame cerebral em 1977, mas logo após a sua morte seu corpo foi roubado por um pequeno grupo de mecânicos suíços numa tentativa de conseguir dinheiro da família, mas o plano terminou falhando e ele foi novamente enterrado. Charles deixou 9 filhos.